Diploma digital vai reduzir prazo de emissão e baratear custo

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O governo anunciou esta semana o diploma digital, com a intenção de agilizar a emissão e baratear os custos. De acordo com o Ministério da Educação, a certificação digital deverá ser implementada em instituições de ensino superior, públicas e privadas, até o fim de 2021. Essa é uma decisão muito importante, pois disciplina e uniformiza esse segmento, tornando-o muito mais seguro e com baixa perspectiva de fraude.

Conforme explicou o governo, deixará de haver burocracia na emissão do documento e com isso etapas serão eliminadas, reduzindo o tempo de três meses para menos de 15 dias. A medida visa facilitar o acesso dos jovens formandos ao mercado de trabalho específico de suas áreas, com a comprovação do final do curso por meio do diploma validado pelo MEC. Além disso, os custos médios baixarão dos atuais R$ 390,00 para pouco mais de RS 85,00.

Em abril de 2018 o Ministério da Educação havia publicado a portaria tornando obrigatória a emissão de diplomas e documentos acadêmicos em formato digital. A medida agora passa a ter efeitos práticos. A decisão envolve as instituições de ensino superior públicas e privadas de todo o país. Dados divulgados recentemente pelo MEC indicam que no Brasil há 2.407 instituições de ensino superior, que oferecem 34.366 cursos de graduação a 8,05 milhões de alunos.

Benefício para os alunos

Sem dúvida é um grande benefício aos alunos, pois, a partir do uso da certificação digital, esses documentos terão validade e fácil comprovação. O novo formato permitirá o acesso ilimitado ao diploma seja pelo celular ou pelo computador. O documento estará disponível no site da respectiva instituição, em campo de fácil acesso. A transmissão de dados por parte das instituições de ensino é assegurada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).